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Usina flutuante é testada na represa Billings, em SP

Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente  estadual começou no último dia 26 de fevereiro os testes para funcionamento da primeira usina fotovoltaica flutuante da cidade de São Paulo, no reservatório Billings. O objetivo, segundo o Estado, é ampliar o uso de fontes sustentáveis na geração de energia elétrica.


A plataforma tem 100 kilowatts de potência e o projeto-piloto será avaliado por 90 dias. Ela ocupa mil metros quadrados do reservatório, junto à usina elevatória de Pedreira. Foram investidos R$ 450 mil em equipamentos.


No país, uma iniciativa na Bahia já demonstrou a viabilidade da operação de usinas fotovoltaicas flutuantes como essa.


O projeto paulista é viabilizado pela Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), órgão ligado à secretaria estadual, com chamamento público feito em outubro, que definiu uma parceria privada para a operação da usina.


O teste servirá para avaliar a viabilidade da implantação de outras usinas solares nos reservatórios da capital. Se o resultado for positivo, a Emae abrirá chamadas públicas para a instalação de usinas semelhantes na própria Billings e na represa Guarapiranga.


“Nós temos que buscar alternativas em parceria com a iniciativa privada e com a população, a fim de mudarmos nossos hábitos e investirmos no desenvolvimento sustentável”, disse o secretário responsável, Marcos Penido.

Esse tipo de sistema já é usado em vários países do mundo e apresenta uma série de vantagens. Por ser instalado sobre a água, além de aproveitar melhor a radiação, também cria uma proteção na área alagada, que reduz a evaporação. Essa água também pode ser usada para limpeza dos módulos. Outra vantagem é reduzir a dependência da geração hidrelétrica.


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