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GD mostra força e já ultrapassa 200 mil unidades no país


Usina fotovoltaica, com placas da We, abastece cervejaria

A Geração Distribuída (GD) fotovoltaica manteve tendência de crescimento no Brasil entre o final de 2019 e os primeiros meses deste ano. Em março último, atingiu a marca de 200 mil sistemas conectados em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais, prédios públicos e pequenos terrenos no país.


A informação foi divulgada pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), com base em dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).


A medição ocorreu pouco antes da pandemia da Covid-19 chegar oficialmente ao país. Ainda assim, pela economia que proporciona nas contas de luz, a Absolar sustenta que a energia fotovoltaica - GD para pequenas e grandes empresas, ou mesmo sistemas menores para uso residencial - continua atrativa.


Além da marca de 200 mil unidades, a GD também já superou 2,3 gigawatts (GW) de capacidade instalada em todo o território nacional. São, segundo a Absolar, R$ 11,9 bilhões de investimentos acumulados nesses sistemas desde 2012.


A chamada GD é uma categoria viabilizada por sistemas de micro e minigeração para abastecer residências, indústrias e serviços. Essa geração pode ser compartilhada na rede elétrica e ter seu volume excedente (não usado) posteriormente abatido da conta de luz do responsável.


Cenário internacional


Apesar de comemorar a marca, a entidade ressalta que o país ainda tem muito a avançar na área. Mesmo tendo potencial enorme para aproveitamento de radiação solar, ele ainda está atrás de países como Austrália, China, EUA e Japão, que já ultrapassaram 2 milhões de sistemas solares.


Economia


Em matéria divulgada no site da Absolar, o presidente do Conselho de Administração da entidade, Ronaldo Koloszuk, ressalta as diversas possibilidades de investimento e o bom retorno que a energia solar proporciona em termos econômicos. Muitas vezes, o valor economizado na conta de luz abate o valor da parcela do financiamento.


“Há no País mais de 70 linhas de financiamento que permitem adquirir a tecnologia fotovoltaica com quase nenhum aporte, além de possuírem taxas a 0,8% ao mês, o que viabiliza a instalação”, diz Koloszuk.

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